Do meu motivo de cantar
Pena que eu fui feliz
Em outras estações
Afinal o final é a soma
De outras orações
E o tempo é
A verdade pura e vulgar
E a vida que levo
Me leva a explorar um lugar
Estações são tão leves
E gotas d'água, tão torrenciais
Discussões entre o ser
E seu centro são estruturais
Verdades são imposicões
Que te servem para viver bem
E a palavra que falam sobre o mundo
Não faz de niguém, alguém
Será que alguém vai chorar?
Ou o final é mesmo um fim?
Ou se as perguntas não vão terminar?
Ou se respostas vão descomplicar enfim?
Ao mesmo tempo que eu acordo
O mundo inteiro vai sonhar
E muitas vezes pr'eu sorrir
Muitos outros vão chorar
Mas só luto sem meu luto
E o meu lucro é ser a inspiração
De um menino certo, que rabisca o céu de perto
E que busca o motivo da canção
Ao pesar as situações
Vou tentar mais um mês
Vou recriar invenções
Fazer o que também fez
Pois de tentar ser alguém
Me revoltei de tentar
E resolvi ir além
Do meu motivo de cantar
Eu não vou dizer outra palavra
Pra tentar me compreender
Eu quis um dia acreditar
Que eu tenho jeito de crescer
Eu fui atrás de situações
E de virtudes virtuais
Eu vi meu rosto em multidões
Já vi de outros carnavais
Eu conto histórias de dormir
Cato no espelho o que restou
E vejo a luz que existe em mim
Foram ruínas, que atirou
Eu desfoquei os meus dragões
Acreditei em mim por fim
Descompliquei situações
Também queria ser assim
Já que personifico o justo
E justamente o dom foi dor
Eu vi num canto, uma cena
Em que o Pierrot do adeus, voltou.
Em outras estações
Afinal o final é a soma
De outras orações
E o tempo é
A verdade pura e vulgar
E a vida que levo
Me leva a explorar um lugar
Estações são tão leves
E gotas d'água, tão torrenciais
Discussões entre o ser
E seu centro são estruturais
Verdades são imposicões
Que te servem para viver bem
E a palavra que falam sobre o mundo
Não faz de niguém, alguém
Será que alguém vai chorar?
Ou o final é mesmo um fim?
Ou se as perguntas não vão terminar?
Ou se respostas vão descomplicar enfim?
Ao mesmo tempo que eu acordo
O mundo inteiro vai sonhar
E muitas vezes pr'eu sorrir
Muitos outros vão chorar
Mas só luto sem meu luto
E o meu lucro é ser a inspiração
De um menino certo, que rabisca o céu de perto
E que busca o motivo da canção
Ao pesar as situações
Vou tentar mais um mês
Vou recriar invenções
Fazer o que também fez
Pois de tentar ser alguém
Me revoltei de tentar
E resolvi ir além
Do meu motivo de cantar
Eu não vou dizer outra palavra
Pra tentar me compreender
Eu quis um dia acreditar
Que eu tenho jeito de crescer
Eu fui atrás de situações
E de virtudes virtuais
Eu vi meu rosto em multidões
Já vi de outros carnavais
Eu conto histórias de dormir
Cato no espelho o que restou
E vejo a luz que existe em mim
Foram ruínas, que atirou
Eu desfoquei os meus dragões
Acreditei em mim por fim
Descompliquei situações
Também queria ser assim
Já que personifico o justo
E justamente o dom foi dor
Eu vi num canto, uma cena
Em que o Pierrot do adeus, voltou.

Nenhum comentário:
Postar um comentário